Sexta(quarta)-feira é dia de…Papo & Yo

Bom dia queridos!

Quarta-feira linda de sol para nós todos. Porque eu estou escrevendo um post sobre jogos na quarta. Tô doidona? Cherei? Não, é só porque eu quero que vocês sejam os primeirões a jogar este jogo – fala que eu não sou legal!

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Papo y Yo

Vamos falar de coisa boa? Coisa boa é vídeo-game sobre realidade brasileira, não é mesmo?

E o que mais representa a realidade brasileira do que favelas, pais alcóolatras que batem em seus filhos e um mundo de fantasias? Só um churrasco na laje, funk, pontos de drogas e prostituição. E é assim que o Brasil é representado neste jogo.

Mas não vá parar de ler agora, você pode se surpreender com o que um estereótipo é capaz de fazer.

Encarte do Jogo

Encarte do Jogo

E o que tem de bom nisso?

Papo y Yo (Papai e eu) é um vídeo-game de “aventura fantástica” lançado em agosto de 2012 para Play Station 3 e Play  Station Network. E que será lançado nesta quinta-feira 18/04  às 3 p.m. no Steam (confere preodução?).

O seu personagem principal se chama Quico (em alusão ao comediante mexicano?)  – ele é negro, filho de pai latino, que abusa no àlcool e que acaba dando umas surras no menino.

Fonte: Gamespot

Fonte: Gamespot

Quico tem a capacidade de transformar o ambiente em um mundo mágico e de sonho – e posso dizer, vira sonho mesmo. De repente, você olha para o lado e um mundo terrível se torna um lugar incrível. Por exemplo, puxando um fio incandescente pode puxar uma escada para fora do lado de um edifício, levantando uma caixa de papelão você consegue virar um edifício inteiro. Podem brotar pernas em barracos e eles podem sair caminhando para colocar uma ponte de acesso sobre um buraco.

Até mesmo as pichações e grafitagens feitas no cenário da favela – as quais estamos acostumados e não conseguimos ver beleza com nossos olhares viciosos, se tornam obras de arte incríveis no mundo de Quico.

Fonte: Steam

Fonte: Steam

E por que você acha que eu vou gostar?

Segundo o site Ars Technica “há um pouco de imaginação infantil, na forma como o jogo ‘adiciona uma camada de magia no mundo decadente’, e é provável que você, depois de jogar, tenha um novo olhar para o seu próprio ambiente”.

Eu acho que este jogo, mais do que divertido e gostoso de jogar, ele tem como propósito te encantar. Ele te leva de um mundo vicioso e deturpado à um mundo encantado – em que até o inimigo é alguém de quem você gosta.

Cenas do Jogo. Fonte: Steam

Cenas do Jogo. Fonte: Steam

Um dos elementos-chave do jogo é monstro, um gigante (esta cara ai de cima) que Quico descobre durante suas andanças na favela. O Monstro a princípio parece ser muito gentil e atencioso. Ele pode te ajudar a segurar as placas de pressão e o seu ventre pode ser usado como um super-trampolim para chegar aos telhados. O Monstro tem um vício: o de comer sapos e se ele come um, ele se torna um animal cor de fogo, furioso que vai danificar tudo ao seu redor. Até mesmo Quico se ele não sair correndo com rapidez suficiente. Mas não se aflija: o jogador pode usar uma fruta para acalmá-lo.

Fonte: Steam

Fonte: Steam

Bom, eu acho que você vai gostar! Mas você só vai descobrir mesmo se jogar, certo?

Então, quinta-feira está chegando, o Steam tá ai, joga lá e me conta tá!

Se quiser saber mais: Minority e Steam Store

Beijos,

Cellinda!

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